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Nem sempre é possível ajudar as pessoas que supervisionamos a identificar e trabalhar em prol de suas metas de carreira. Mas ter um senso de propósito e uma sensação de impulso para alcançar nossos objetivos de carreira é poderoso.

Quando ocorre uma crise, você precisa que sua liderança seja tão livre de preconceitos, elástica, hábil e dinâmica quanto as circunstâncias se desenrolam rapidamente ao seu redor e sua organização. Erika James e Lynn Perry Wooten oferecem uma perspectiva interessante sobre o lugar da escuta durante crises.

Apesar de ser uma habilidade fundamental, muitos líderes têm dificuldade em delegar. O benefício direto é claro: delegando, você se liberta para focar no trabalho que possui maior prioridade, ao mesmo tempo em que oferece a sua equipe desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional.

Quando nos deparamos com decisões difíceis e complexas, normalmente experimentamos emoções igualmente difíceis e complexas. Normalmente, não queremos ficar sentados com esses sentimentos desconfortáveis, então tentamos acabar com a tomada de decisão.

Desde 2020, o mundo nos ensinou que mudanças podem vir rapidamente e empresas podem ter que se adaptar de uma hora para outra à uma nova realidade. Ainda não é possível prever o futuro, porém é possível mudar a cultura da empresa para considerar o futuro como uma variável e estar pronto para mudanças constantes ou abruptas.

A pandemia, a instabilidade geopolítica e os mercados imprevisíveis tornaram a resiliência organizacional uma característica fundamental para as empresas. Ao tornar a resiliência uma prioridade estratégica, os líderes garantem que suas organizações possam se expandir e se adaptar.

Muitas vezes colaboradores podem ter que lidar com pessoas difíceis ou por algum motivo podem não se dar bem em relações interpessoais. Essas dificuldades nas relações, que são parte da jornada de trabalho, podem muitas vezes afetar negativamente o andamento de um projeto ou mesmo do desempenho e performance de uma equipe inteira. Conflitos são inevitáveis, por isso uma boa mediação pode ser fundamental para evitar problemas maiores.

A motivação é uma preocupação frequente com quem trabalha com recursos humanos e retenção ativa de talentos. Seja através de uma preocupação na manutenção da motivação no home office ou até mesmo como ajudar os funcionários a não perder a motivação, é um tema que sempre está em alta.

A retenção de funcionários, principalmente talentos emergentes, é um dos principais desafios dos gestores nos últimos anos. Com a pandemia, a possibilidade do trabalho remoto e a Great Resignation, muitos funcionários estão recalculando a rota de suas vidas — e talvez a sua empresa não esteja preparada para retê-los.

Organizações estão assumindo uma posição firme sobre onde acham que seus funcionários devem trabalhar, mais uma vez lançando os holofotes sobre a questão de quanto os funcionários devem ter na determinação de seu próprio arranjo de trabalho – se eles devem ser capazes de decidir onde e quando trabalham, ou se seus organização deve tomar essa decisão por eles.

A Geração Z é a nova força de trabalho das empresas e é fundamental levar em conta as skills únicas que essa geração possui na hora da contratação e também na hora da manutenção desses colaboradores. Por isso, líderes, gerentes e até mesmo RH precisam conectar e apoiar os jovens funcionários nestes tempos voláteis.

Quando o local de trabalho parece desafiador, mas não ameaçador, as equipes podem sustentar modos de trabalhos focados em ampliar e construir novas abordagens. Dessa maneira, colaboradores se sentem mais confiantes e esse comportamento reflete em suas ações no dia a dia.

A contratação de lideranças é sempre um desafio para a equipe de RH e muitas vezes até mesmo para a diretoria de empresas. Encontrar um profissional equilibrado, que possua as competências individuais e necessárias para o fit com a cultura da empresa pode ser uma missão mais difícil do que o esperado para o recrutador.

Iniciativas como o 4 day week, trabalho remoto e híbrido, tempo livre pago ilimitado, e direito de desconectar são práticas que têm ganhado popularidade na tentativa de lidar com culturas de alta carga de trabalho. Confira o artigo.

Puxar e Empurrar são duas abordagens comuns mas muito diferentes para alcançar uma meta. Normalmente, tendemos a achar que empurrar a tarefa para um colaborador, ou seja, confiar 100% a sua execução a ele é a melhor opção, contudo, saber como combinar os dois caminhos pode ser uma habilidade importante para gerentes e líderes. Confira o artigo!

O feedback é essencial para ajudar os colaboradores de todos os níveis a aprimorar suas melhores qualidades e lidar com o pior para que eles possam se destacar. Confira algumas dicas
de Pesquisadores da Center for Creative Leadership (CCL) sobre como oferecer um bom feedback.

Uma má integração pode deixar seus funcionários com menos confiança em suas novas funções, diminuir o engajamento e um risco maior de abandonar o navio quando virem uma posição nova e mais empolgante em outro lugar. Por outro lado, as empresas que implementam um programa formal de integração podem ver maior retenção de funcionários entre os novos recrutas e maior produtividade dentro do mesmo grupo. Confira o artigo!

O Fórum Econômico Mundial estimativa que mais da metade de todos os funcionários em todo o mundo precisam aprimorar ou requalificar até 2025 para abraçar a natureza mutável dos empregos. E muitas organizações que se encontram nessa situação estão olhando para dentro e buscando uma requalificação dos profissionais.

As empresas mudaram drasticamente em decorrência da pandemia da COVID-19. O trabalho híbrido ganhou força e novos modelos de contratação estão em alta. Com essa flexibilidade, e por consequência da Great Resignation, muitos profissionais estão se realocando em 2022, principalmente motivadas pelo fim do home office e a obrigatoriedade do retorno presencial para vagas e áreas que poderiam se manter no modelo híbrido.
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